As letras e cantos escondidos de nossas almas... aqueles que somente Deus pode ler e ouvir! Que neste espaço, o Senhor se faça presente em nosso meio. O mundo moderno tem sede de Deus; o mundo inteiro tem saudades do céu, e ainda não sabe disso! Bem-vindo! Sua presença significa que faz sentido denunciar o que é contra a Igreja e faz sentido amar a Esposa do Cordeiro!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Se ouvires a voz do vento...
Espero em Deus por uma resposta; contudo, temo que a resposta esteja em mim. A parte de Deus já foi dita, e meu "Sim", que precisa ser diário, ainda é um "sim" para o que tem.
Deixo com vocês um vídeo que vi na Canção Nova.
Ele me ajudou bastante, embora tenha aumentado minha inquietude!
Meu Deus!!! Quantos sinais ainda vou pular?????
"A decisão é tua"
Could be!
Who knows?
"Duas pessoas podem sentar, uma de frente para a outra, sem se conhecerem.
Duas pessoas podem estar longe, mas nada mais no mundo as separa"
Uma frase pra completar meu dia!
Meu Pai, Padre Rô, diz que a saudade é uma pessoa! Minhas saudades têm nome!!!!
Amo vocês!!!!
If you need me...
É exatamente o que eu gostaria de dizer a cada uma delas...
Então, minha saudade, minha homenagem às pessoas, que em um ou mais versos dessa canção, são presenças!
Dinda, Vó, Zé, Pai, Mãe, Guina, Dé, Digo, Nano, Maria, Neguinho, Pri, Pirolla, Cé, Sergio (Ir. Gaspar), Sidney, Ir. Antonio, Rô (Meu carioca favorito), Grazi Pegorelli, Dé Abib, Cris Amorim...
Mi, Bina, Fabu (meu amor - Lov u, Fabu... sempre), Dé Fidelis, Marcelo, Marcelinho, Má Shalom, Nenén, Nani, Alê (meu filho do coração), Ev.. Deus... alcança...
Meu Deus... eu não deveria dizer nomes... mas meu coração os chama sem cessar!!!
Amo vocês!!
If you need me...call me!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No matter how far, don't worry!!!!!!
If you need me call me
No matter where you are,
No matter how far, don't worry baby
Just call out my name
I'll be there in a hurry
You don't need to worry
'Cause baby there
Ain't no mountain high enough
Ain't no valley low enough
Ain't no river wide enough
To keep me from getting to you, baby
Remember the day I set you free
I told you could always count on me, darling
From that day on I made a vow
I'll be there when you want me
Someway, somehow
No wind, no rain
Or winter's cold
Can't stop me baby. Oooo baby
'Cause you are my goal
If you're ever in trouble
I'll be there on the double
Just sing for me, baby
Send for me ooo baby
My love is alive
Way down in my heart
Although we are miles apart
If you ever need a helping hand
I'll be there on the double
Just as fast as I can
Ain't no mountain high enough -
Bem, infelizmente essa pessoa inteligentíssima que vos escreve, não conseguiu postar um vídeo com essa música... O Grande Marvin!!!! Sorry!
domingo, 23 de agosto de 2009
"Em minha dor, salva-me, Senhor"

Nessa curta postagem coloco todo o meu coração miserável; todo o meu coração que busca, diante dos fatos de hoje, confiar! Há momentos em que as dores tomam conta de nosso viver, de modo que tudo o que queremos, bem mais que o alívio imediato, é o abraço dizendo que "vai passar". Mesmo que demore séculos, se demorar enquanto eu sou abrigada nesse abraço... a dor é acompanhada! Ainda sou muito imatura para compreender o que Deus quer com tudo isso; ainda sou muito infantil para ver com clareza como tanta dor vai me ajudar a fincar os pés no chão do Reino Eterno! Meu coração quer chorar no colo do meu Deus! Quer encontrar o consolo nos braços DESSE que é o Amor que eu procuro! Sei que há motivo para tudo o que aconteceu; sei. Hoje, quero cantar o Salmo que o Senhor me inspira! Quero ser a Canção que Ele só sabe cantar! Nesta canção do Missionário Shalom, coloco todo o meu sentir; não uma linha sequer em que não apareça meu desejo de hoje! Amo-te, Senhor meu! Meu Deus, Meu Tudo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sua Déia
Quero viver sem nada temer,
Entregue ao amor poder crescer.
Quero voltar a Deus meu olhar,
Seguir ao seu encontro.
Vem Espírito Santo!
Vem em minha história,
revelar tua glória
Quero ver o amor vencer.
Vem Espírito Santo,
sopra em mim teu canto!
Vem jorrar, me saciar.
É na tua vontade o meu lugar.
Em minha dor, salva-me, senhor!
Faz-me ir além, torna-me alguém!
Pois nada eu sou sem tua mão, senhor.
És minha paz e segurança, meu sentido e esperança
Vem ser meu tudo, visitar meu nada
Eis-me aqui! eu creio em ti!
Vem dar-me coragem pra viver sem medo
Acreditar e confiar
Sim, serei capaz de um novo canto entoar!
(Sopra em mim teu canto - Missionário Shalom /CD Estrangeiro Aqui)
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Carece de cuidado

Amar é conduzir o outro ao céu
Orar é amar, orar é pedir,
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Procuradoria mantém símbolos religiosos em repartições públicas
A seguir, uma reportagem do Portal Canção Nova, a respeito da Ação para retirada de símbolos religiosos das repartições públicas de São Paulo.
As pessoas que solicitaram essa ação alegaram a laicidade do Estado. No entanto, ferir a nossa fé, ou até mesmo tentar suprimi-la por meio da ocultação dos mesmos é extremamente radical e preconceituosa.
Deixo-vos com a reportagem. Embora tenha sido levantada a questão, e movida a Ação, o juiz decidou o contrário.
No site da Canção Nova há mais detalhes.
Crucifixos e símbolos religiosos serão mantidos nas repartições públicas federais do estado de São Paulo. A defesa à permanência dos símbolos, foi apresentada à Justiça, pela procuradoria Regional da União da 3.ª Região (PRU3).
Na defesa, a PRU3 mencionou precedente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e contra-argumentou que os símbolos já pertencem à cultura e à tradição brasileira. Sustentou, ainda, que a exposição desses crucifixos e objetos em prédios públicos não torna o Brasil um Estado clerical, devendo ser respeitada a religiosidade dos indivíduos.
O Juízo da 7.ª Vara Federal acolheu os argumentos e indeferiu a liminar, mantendo as imagens nas repartições públicas. De acordo com a decisão, a laicidade do Estado "não se pode expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos". O Juízo observou, ainda, que "em um país que teve a formação histórico-cultural cristã é natural a presença de símbolos religiosos em espaços públicos, sem qualquer ofensa à liberdade de crença".
O Ministério Público Federal, em São Paulo, havia entrado no início do mês com um pedido na Justiça para a retirada de todos os símbolos religiosos em locais de atendimento ao público, nas repartições públicas federais no Estado.
http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=273637
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Veni, Sponsa Christi, accipe coronam, quam tibi Dominus præparavit in æternum"

"Ó, Alma que é como o cavaleiro Que luta o dia inteiro guardando o castelo do Rei A minh'alma se encanta e se apaixona por este Rei, Livre suspira por Ele, mergulha-se n’Ele, se entrega com ardor Mistério profundo de amor Nada poderá destruir esse dom Presente de Deus que é meu Bem, que é tão Bom Canta minh’alma esponsal ao Senhor Tão íntimo dom, sacrário de amor Canta inflamada por quem te quis Canta minh’alma esponsal, minh’alma feliz Canta minh’alma esponsal Minh’alma feliz" (Alma Esponsal - Celina Borges)
Todo o meu coração se volta para a realidade da Alma Esponsal! O Senhor me tem cativado, e tenho-me descoberto enamorada pelo Amado! Sonho com o Senhor, o Grande Rei, e tenho ornado minha vida para que este Rei se encante comigo! A Primeira grande Esposa, a Virgem Maria, me ensine o silêncio! E nessas novas olhadas sobre Santa Clara, meu coração encontre o Amor que tanto procura; tal amor só pode vir do céu! Somente o Amado me ama com tanto Amor! "Eu, Andréia, filha amada do Amado, entrego-me a esse amor; peço, contudo, a força necessária para caminhar.. e Deus sabe o que me segura". Então, "Se as seguranças me tiram de Ti, deixa-me apenas com Teu olhar, e a Tua mão a me sustentar". O texto abaixo é um comentário a respeito de uma série transmitida na TV Italiana a respeito de meus Santos patronos: Clara, Irmã de toda irmã e Francisco, Irmão de todo irmão!
É comum falar da amizade entre Clara e Francisco em termos de amor humano. Em seu conhecido ensaio sobre apaixonar-se e amar, Francisco Alberoni escreve que “a relação entre Santa Clara e São Francisco tem todas as características de um enamoramento transferido (ou sublimado) à divindade”. “Francisco e Clara”, de Fabrizio Costa, a série televisiva transmitida pela Rai Uno, melhor talvez que “Irmão Sol e Irmã Lua”, de Zeffirelli, soube evitar esta alusão ao romântico, sem tirar nada da beleza também humana de um encontro assim. Como qualquer homem, ainda que seja santo, Francisco pode ter experimentado a atração pela mulher e o sexo. As fontes referem que para vencer uma tentação deste tipo, uma vez, o santo se jogou em pleno inverno na neve. Mas não se tratava de Clara! Quando entre um homem e uma mulher há união em Deus, se é autêntica, exclui toda atração de tipo erótico, sem que exista sequer luta. É como refugiar-se. É outro tipo de relação. Entre Clara e Francisco havia certamente um fortíssimo vínculo também humano, mas de tipo paterno e filial, não esponsal. Francisco chamava Clara de sua “plantinha”, e Clara chamava Francisco de “nosso pai”.
O entendimento extraordinariamente profundo entre Francisco e Clara que caracteriza a epopéia franciscana não vem “da carne e do sangue”. Não é, por exemplo, igualmente célebre, como aquele entre Heloísa e Abelardo. Se assim tivesse sido, teria deixado talvez uma marca na literatura, mas não na história da santidade. Com uma conhecida expressão de Goethe, poderíamos chamar a de Francisco e Clara uma “afinidade eletiva”, com a condição de entender “eletiva” não só no sentido de pessoas que se elegeram reciprocamente, mas no sentido de pessoas que realizaram a mesma eleição.
Antoine de Saint-Exupéry escreveu que “Amar não quer dizer olhar um ao outro, mas olhar juntos na mesma direção“. Clara e Francisco na verdade não passaram a vida olhando um ao outro, estando bem juntos.
Trocaram pouquíssimas palavras, quase só as referidas nas fontes. Havia uma estupenda discrição entre eles, tanta que o santo, às vezes, era amavelmente reprovado por seus irmãos por ser demasiado duro com Clara.
Só ao final da vida vemos atenuar este rigor nas relações e Francisco buscar cada vez com maior freqüência consolo e confirmação junto a sua “Plantinha”. É em São Damião onde se refugia próximo à morte, devorado por enfermidades, e está perto dela quando entoa o canto de Irmão Sol e Irmã Lua, com aquele elogio de “Irmã Água, útil e humilde e preciosa e casta”, que parece ter escrito pensando em Clara.
Em lugar de olhar um ao outro, Clara e Francisco olharam na mesma direção. E se sabe qual foi para eles esta “direção”. Clara e Francisco eram como olhos que olham sempre na mesma direção. Dois olhares que contemplam o objeto de ângulos diversos dão profundidade, relevância ao objeto, permitem “envolvê-lo” com o olhar. Assim foi para Clara e Francisco. Contemplaram o mesmo Deus, o mesmo Senhor Jesus, o mesmo Crucificado, a mesma Eucaristia, mas de “ângulos” diferentes, com dons e sensibilidade próprios: os masculinos e os femininos. Juntos perceberam mais do que teriam podido fazer dois Franciscos e duas Claras.
Se existe uma lacuna na série sobre Francisco e Clara é talvez a insuficiente relevância prestada à oração, e com ela à dimensão sobrenatural de suas vidas. Uma lacuna provavelmente inevitável quando a vida dos santos se leva à tela. A oração é silêncio, quietude, solidão, enquanto que a palavra “cinema” vem do grego kinema, que significa movimento! A exceção é o filme “O grande silêncio” sobre a vida dos cartuchos, mas não resistiria na pequena tela.
No passado se tendia a apresentar a personalidade de Clara demasiado subordinada à de Francisco, precisamente como a “irmã Lua” que vive do reflexo da luz do “irmão Sol”. O exemplo neste sentido é o livro publicado no verão passado sobre “A amizade entre Francisco e Clara” (John M. Sweeney, the Friendship of Francis and Clare of Assisi, Paraclete Press 2007).
Tanto mais é de elogiar, na série televisiva, a eleição de apresentar Francisco e Clara como duas vidas paralelas, que se entrecruzam e se desenvolvem em sincronia, com igual espaço dado a um e outro. É a primeira vez que ocorre desta forma. Isso responde à sensibilidade atual orientada a evidenciar a importância da presença feminina na história, mas em nosso caso corresponde à realidade e não é algo forçado.
A cena que mais me impactou ao ver a pré-estréia de “Francisco e Clara” é a inicial, emblemática, uma espécie de chave de leitura de toda a história. Francisco caminha em um prado, Clara o segue introduzindo seus pés, quase brincando, nas pegadas que Francisco deixa, e, diante da pergunta dele: “Estás seguindo minhas pegadas?”, responde luminosa: “Não, outras muito mais profundas”.
www.zenit.orgAmados, Pedindo suas orações: PAZ E BEM!
sábado, 15 de agosto de 2009
Velatam ad Dei Gloriam - Velada para a Glória de Deus

A Igreja, sábia, ensina-nos a Adorar o Senhor!
Permeada de belezas inenarráveis é a Esposa do Cordeiro!
E eu, tendo visto crescer em meu coração e em minha vida, a necessidade de honrar a Cristo de todos os modos que me forem possíveis, entendo também crescer em mim o desejo de tornar externo o que meu coração guarda e sente.
O uso do véu é uma norma que não é mais obrigatória no novo Código de Direito Canônico. Mas não há restrição em relação ao uso.
Pelo contrário, sabe-se que na Igreja do Oriente, essa sublime tradição da Igreja Primitiva permanece intacta.
Aqui no Ocidente, e depois do Concílio Vaticano II, algumas reformulações foram feitas, e parte das tradições foram esquecidas.
Com medo de estar fazendo algo incomum, algo que estranho ou fora do tempo, recorri a algumas fontes sobre o uso desse sacramental, repleto de beleza.
Em algumas Igrejas do Nordeste, e nas Igrejas de Anápolis (GO), perto da Casa Sacramento da Toca de Assis, todas as mulheres (inclusive as crianças) usam véu.
Aqui em São Paulo, para as Missas do Rito Extraordinário, as mulheres usam o véu.
Então, percebo que a tradição da qual venho falando não é distante, ou mesmo somente tradição.
Ontem, ao conversar com uma amiga, a Ana Carla, de São José dos Campos, falei-lhe desse desejo que tenho de respeitar o Senhor; do ímpeto de, sem o véu, mesmo com uma touca, cobrir minha cabeça num ato de adoração, reverência e humilhação diante do Senhor Amado.
Ela consolou-me: "Déia, isso é fruto da intimidade com o Senhor!"
Posso dizer que é! Que não sou íntima do Mestre como gostaria de ser, mas eu sou! Eu busco ser!
Tenho vivido num momento de busca da intimidade com meu Deus!
Quero estar com Ele todos os dias, de todas as maneiras. Falar dele, com Ele, para Ele..
É algo que jamais havia experimentado, e meu coração se alegra com essa novidade!
Ainda sofro por essa escolha, mas sei que a Coroa vem do Amado!
Voltando ao véu, achei um texto que exprime exatamente o que penso e sinto.
Para quem quiser conhecer a Liturgia em comunhão com a Santa Igreja, sempre, esse blog é um ótimo meio: http://velatam.blogspot.com
"O véu nas mulheres é a lembrança permanente dentro da Igreja daquilo que não vemos, que é mistério, está perto mas está encoberto por um véu".
Paz e Bem!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Oculto sob o véu do pão!

Evangelho de São João, capítulo 6 - versículos 52-58.
Quarto dia de oração e reflexão.
Fui à Santa Missa nos dias de terça e quarta-feira. Hoje, consegui Adorar. Não pude participar do Santo Sacrifício.
Mas adorei!
O Rei. O Deus Imenso. O Sumo Bem. O Verbo Encarnado! O Deus de minh'alma!
Durante todos esses dias, contemplei os mistérios do Cristo; os escondidos, mesmo. Aqueles cujo entendimento não virá neste vale de lágrimas!
Durante esse período de reflexão, de busca de uma maior intimidade com o Senhor, meu coração tem tocado o que é intangível!
Tenho percebido o desejo impetuoso, mas ao mesmo tempo regado de serenidade, em estar diante do Senhor!
No Sacramento de Amor, entregar minha vida!
Quantas vezes não tenho-me visto a abrir os braços, e chorar, e cantar os louvores aos Santíssimo Sacramento! :)
No discurso do Pão da Vida, hoje meditado, o Senhor fala de vida! Ele é alimento!
Os meus amados freis da Toca de Assis dizem: "Do teu sacrifício no altar Tu vens de Ti mesmo, me alimentar, como poderei, ó Deus, não dar-te o meu coração?"
É a minha pergunta! Como, Senhor?
Tenho notado as novidades que Jesus tem-me trazido; as alegrias, as novas responsabilidades! Sou grata ao meu Deus! Ao meu Amor, meu Bem da Cruz, por tão grande carinho e cuidado!
Gratidão, Bom Pastor!
Alimentar-me de tão Sublime e Ardente Alimento tem-me feito desejar ser o que Cristo quer.
Quero ser para Deus o que Ele quer que eu seja!
E nesse desejo, quero que as pessoas que participam do meu apostolado sejam alcançadas pelo Pastor!
Eu tenho muitas coisas a escrever; entretanto, preciso saboreá-las antes!
Entendo que há algo místico de muito bom a acontecer, e meu coração quer estar pronto!
Preciso do Senhor! Hoje, mais nada traz-me o encantamento, a não ser o meu Bem da Cruz, o meu Sumo Bem!
Ainda falta tanto a percorrer; ainda preciso tanto melhorar...
Mas enquanto caminho, vou-me alimentando do Pão que desceu do céu!
Perdão, Senhor, por todas as vezes nas quais tratei-te como pão, como vinho!
"Santíssimo Corpo, Deus Sacramento, faça-se em mim o teu querer!"
Com Deus, meus amores!
Perdoem-me a postagem quase infantil, um jeito quase que ingênuo de falar do Senhor!
Mas meu coração sublima diante Deste Deus! Oculto sob o véu do pão!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Fiat Voluntas Tua
Imagem tirada do site http://pt-br.wordpress.com/tag/pare-de-chorar-e-dance/Êxodo 3,1 / Lc 1,68-79
Duas situações curiosas... A mesma ação de Deus a partir de uma decisão pessoal.
Moisés, tirado das águas, colocado no lugar diferente. Projetado por sonhos humanos, viu-se, na alegria da juventude, plantado nos projetos Javistas.
A despeito de sua própria incredulidade, faz.
O povo, outrora escravo, é livre.
Zacarias, sacerdote, um levita. Tem a dúvida. Fora escolhido como o foi Moisés; desprezou o chamado.
Mas, na espera silenciosa, a voz de Deus é sua companheira.
Não acreditio que somente no dia de dar o nome a João, Zacarias tenha entendido o que Deus queria. Acredito, antes, num amadurecimento gradativo a partir daquele encontro.
Mesmo que o primeiro diálogo tenha sido curto e grosso, houve comunhão nos dias que se seguiram.
Só assim, a oração de Ação de Graças de Zacarias teria sido tão eficaz!
Mas diante dessas duas decisões, fico a pensar na minha: O que decidi de tão importante até hoje?
O que minha decisão já fez?
Fico imaginando os caminhos percorridos por Moisés... a incerteza, o medo!
Imagino o espanto de Zacarias; imagino a tensão!
Embora os dois tenham tido medo, os dois tomaram uma decisão! E seguiram!
E os resultados! Oh, que alegria em ver os resultados!
O Senhor fala de um mundo novo, de um rumo a seguir!
Quero pedir, assim como pediu Santo Agostinho: Senhor, dá-me somente a tua graça para que eu faça o que me pedes"
Que o meu coração esteja sempre disposto a decidir!
Tenho tantas outras coisas para dizer aqui....
Mas quero deixar Deus agir....
Paz e Bem, amados!
Santa Noite!