sábado, 21 de dezembro de 2013

Quem é quem?


Há tempos venho lendo esse tipo de posts. Rs
Aí não sei se dou risada dos esquerdistas ou da falta de tato e bom senso dos pseudo conservadores. 
Tem-se travado uma luta que teimam em chamar de ideológica no cenário atual, quando, na verdade, é só ataque inebriado de paixão. Tenho lido (antes com um certo desgosto, hoje, só convicta de que é a maneira que eles encontram para falar o que a maioria fala) posts assim há algum tempo. É tão nocivo e falso esse tipo de comentário, tão desnecessário. Para atacar um movimento (que é mau em si mesmo), as pessoas não se importam em atacar PESSOAS. E generalizado desse modo, a todas as pessoas sem exceção.
Sim, sou gorda. E sou tão feminina quanto magras ou tops direitistas! Tenho visto os argumentos tão parecidos com os da esquerda, que aí sim só vejo um monte de gente se pautando nas pessoas e não nas ideias. De que adianta tudo isso? É realmente assim que pretendo convencer alguém de que seu movimento ou suas ideias são malvadas?
Esses dias vi um moço muito conservador (adjetivo da moda!), aluno do professor Olavo (já ganha mais alguns pontos), frequentador assíduo da Missa na forma extraordinária (aí a mulherada surta), dizendo que "mulher bonita é mulher de direita: magra, cheirosa, inteligente, gostosa". Parei... li de novo. Reli (muito "remordimento" rs - só os fortes) e pensei: "Oh, será que seria eu uma mulher de esquerda enrustida?" rsrsrsrsr
Engraçado como os posicionamentos, hoje, saíram, de fato, do campo das ideias e até do próprio respeito. Eu sei quem é esta mulher da foto, sei do mal que ela faz, sei dos absurdos que ela diz e das calamidades que ela defende! E eu sei porque eu luto contra isso!!! E ora, vejam só: gorda e meeega feminina! Luto e entrego a vida dizendo que ser mulher é fantástico, é divino e participar no processo da criação é ainda mais bonito! Eu conheço esta mulher, e exatamente por isso, sei o quanto sou diferente dela, embora nossos corpos (OMG) se encontrem no tamanho! rs 
A cada dia existe mais proximidade entre os insultos dos dois lados que distância entre suas ideias.
Vejam, eu realmente não me importo se isso é verdade para os gurus do face. Nenhum deles se importou com outras moças como eu, que embora gordas (#meaculpa#perdoem) estão sempre dispostas a lutar contra o feminismo, contra a agenda internacional da cultura de morte, contra toda a manifestação contrária à ordem, ao bom senso! Esse meme nem é tão agressivo, se visto num momento de descontração... mas já são tantas as situações parecidas, que vê-lo, hoje, foi ainda mais decepcionante. Mas penso que também é uma tragédia anunciada. O declínio moral que tem surgido e ganhado força alcança muita gente, também! De qualquer modo, eis o que penso e o que a maioria não pensa.
Sou gorda! Sue me! E conservadora! E feminina! E lilás faz todo o sentido! rsrsrs
E agora, José?

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

DILMA PODE SANCIONAR LEI QUE CRIMINALIZA CRÍTICAS A POLÍTICOS E PARTIDOS NA INTERNET

  • A difusão de mensagens e comentários "ofensivos" à honra ou à imagem de candidatos, partidos e coligações será considerada crime e punível com cadeia e multa para o autor e seu contratante caso a presidenta Dilma Rousseff sancione sem vetos uma lei enviada pelo Congresso ao Palácio do Planalto na segunda-feira 25 [de novembro de 2013]. A criminalização pode valer já na eleição de 2014. Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), há risco à liberdade de expressão. 
  • Os dispositivos incriminadores de certas condutas virtuais constam da chamada "minirreforma eleitoral". Não faziam parte do projeto original apresentado em dezembro de 2012 pelo senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima. Foram introduzidos no texto em setembro, durante votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A inclusão foi proposta pelo senador Cássio Cunha Lima, do PSDB da Paraíba.
  • De acordo com a emenda de Cunha Lima, o autor de mensagens classificadas como criminosas será punido com multa de 5 mil reais a 30 mil reais e com prisão de seis meses a um ano. O castigo para quem o contratou é pior: de 15 mil reais a 50 mil reais de multa e de dois a quatro anos de cadeia.
    Na justificativa por escrito que apresentou ao defender a criminalização, Cunha Lima dizia que as redes sociais tornaram-se poderosas na formação da opinião pública brasileira, mas "têm tido seu uso deturpado", especialmente em períodos eleitorais. "Já se constatou", dizia ele, "a contratação de grupo de pessoas para que realizem ataques, via internet, aos candidatos, partidos ou coligações".
    Se os dispositivos foram sancionados, passarão a integrar a lei 9.504, de 1997, que estabelece as normais gerais das eleições.
    O mecanismo não fazia parte do projeto original de Romero Jucá. Foi incluído a pedido dele próprio na mesma votação ocorrida em setembro [de 2013] na CCJ.
    Ao propor a emenda, Jucá disse em uma justificativa por escrito que "o principal objetivo é dar instrumentos à Justiça Eleitoral para combater essa prática deletéria, que tem trazido grandes prejuízos ao andamento das campanhas eleitorais".
    O texto aprovado pelos parlamentares não diferencia danos à imagem causados por um fato verídico ou provocados por mentiras. Ou seja, espalhar pela internet um fato verdadeiro pode ser crime, caso esse fato arranhe a imagem de um político ou uma legenda. Por exemplo: disseminar as prisões decorrentes do julgamento do mensalão afeta o PT, assim como as notícias sobre pagamento de propina nas obras do metrô de São Paulo atingem o PSDB.
    LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997.
    ========================================================
    Estabelece normas para as eleições.
    Art. 57-H. Sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis, será punido, com multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais), quem realizar propaganda eleitoral na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a terceiro, inclusive a candidato, partido ou coligação.
    PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 441 de 2012
    O Congresso Nacional decreta:
    Art. 3º A Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, passa a vigorar com as seguintes alterações:
    "Art. 57-H. § 1º Constitui crime a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação, punível com detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos e multa de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).
    § 2º Igualmente incorrem em crime, punível com detenção de 6 (seis) meses a 1 (um) ano, com alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais), as pessoas contratadas na forma do § 1º." (NR)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

PL 122: um passo à frente e o fascismo está em outro lugar

Por Thiago Cortês


“É preciso dar um passo atrás para, depois, dar dois passos à frente” – Lênin
Algumas mentes incautas comemoram o fato de que o termo “homofobia” foi retirado do famigerado Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que deve ser votado na quarta-feira, 20. O fascismo LGBT deu um passo atrás estratégico, mas nunca deixou de caminhar.
O senador petista Paulo Paim entregou seu substitutivo ao PLC 122 que, segundo ele, reflete “todos os segmentos”. O petista também está trombeteando aos quatro ventos que o seu texto “não entra na polêmica” da definição de homofobia.
Paulo Paim frisou que seu substitutivo abrange o combate “a todo tipo de preconceito”. É uma manobra retórica para desarmar os adversários do PLC 122. Se o projeto é contra “todo tipo de preconceito”, logo, quem se opõe a ele só pode ser preconceituoso.
É por isso que há boas chances de o projeto ser aprovado. Excetuando-se raras e honrosas exceções, a classe política é formada por almas impressionáveis. Pouca gente no Congresso é forte suficiente para enfrentar o rótulo de preconceituoso - no lugar de homofóbico.
O perigo é enorme, pois se o termo “homofobia” foi retirado do texto, o espírito do projeto de lei permanece o mesmo, voltado à criminalização do pensamento, das ideias e mesmo dos valores que destoam das teses execráveis defendidas com furor pelo poderoso lobby LBT.  
O PLC 122 não se resume a proteger homossexuais de atos de violência. Até mesmo porque isso a legislação já garante. O que ele faz é avançar sobre a moralidade e a cultura para, com a desculpa de combater a homofobia, cooptar as instituições em favor do lobby LGBT.
Basta lembrar o que diz, no texto original, o quinto parágrafo do artigo 16º: “O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”
A finalidade primária  do referido PLC – que permanece, ainda que camuflada – é a de garantir punição legal, processos judiciais e perseguição estatal a todos aqueles que manifestarem ideias contrárias à visão unidimensional que a militância gay tenta impor à sociedade.
Nem sequer censura moral contra o homossexualismo é admitida. Ninguém poderá afirmar, publicamente, com segurança antes garantida pela Constituição de não sofrer represálias legais, que entende que o ato homossexual é moralmente errado.
O lobby LGBT quer manter cativo o pensamento, inviabilizar pela lei a palavra, sequestrar a linguagem e usar tudo isso contra o cidadão comum, que viverá sob a sombra da punição legal, dos processos judiciais que as militâncias organizadas sabem promover tão bem!
Mas agora os fascistas estão usando toda sorte de disfarces e subterfúgios para conduzir o processo de maneira mais tranquila. A embaixatriz do lobby LGBT, Marta Suplicy, orquestrou outra manobra para obscurecer as reais dimensões do reformado PLC 122.
Suplicy pleiteou a inclusão de um artigo que esclarece que o PLC “não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé,fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”
O pastor Silas Malafaia, teoricamente, estaria à salvo da inquisição LGBT. Mas o e psicólogo Silas Malafaia? O pastor R.R. Soares, teoricamente, seria livre para expressar suas repreensões morais ao homossexualismo. Mas e o apresentador R.R. Soares, aquele que aparece na TV?

São muitos os truques contidos na nova versão “mais tragável” do PLC 122. E isso torna o projeto ainda mais perigoso, malicioso, danoso para liberdade de expressão e de crença, pois foi reescrito para enganar os enganáveis. O destino dele ainda deve ser a lata do lixo. 

*Arte de Murilo Esteves Frizanco 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Armas de brinquedo, por que não?


Quem são esses parlamentares que ousam se intrometer na criação de nossas crianças dentro de nossos lares ? Quem lhes dá o direito de proibir os brinquedos de nossos filhos ? As armas de brinquedo não são a causa da violência no Brasil , antes é a incompetência destes políticos ! Se não houver armas de brinquedo , haverão de impedir que as crianças usem seus dedos simulando armas imaginárias para seus super-poderes de super-heróis a salvar o mundo ? ! 

“Nós temos dois objetivos. Primeiro é criar a cultura da paz, principalmente a partir da primeira infância. Para que as crianças não venham associar uma arma de brinquedo com uma arma de verdade. Que aquilo possa de alguma forma provocar um acidente”, explica Alírio Neto, secretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania – DF. 

É um pouco pior que isso , sim pode ser pior . O discurso da não violência traz embutido para os meninos também a sua castração/emasculação mental . Sim . É uma derrocada na masculinidade dos meninos . Desde que o mundo é mundo o homem (e o menino) luta , caça e protege com armas e sem elas . Faz parte da psiquê masculina . É inato ao homem e ao menino . Faz parte do instinto de sobrevivência da espécie humana . Na mulher isto é adquirido , é função da inteligência, mas é adquirido . 

Não havia visto a notícia , mas ouvi -o que é pior- comentários de mães de meninos achando ótima a medida , por serem contra a violência (olha o discurso politicamente correto entranhado aí na psiquê das pessoas !) também o são contra as armas de brinquedo. É terrível o mal que essas mães fazem (sem saber e bem intencionadas) à seus filhos meninos , privando-os de sua masculinidade na infância justo quando eles estão construindo sua auto imagem. Quem me alertou sobre isso ,há alguns anos atrás, foi o Julio Severo e realmente faz sentido lógico . 

Há também um estudo inglês sobre o comportamento masculino e feminino em shopping centers quando ambos vão às compras . Neste estudo eles demonstram a natureza caçadora inata do homem quando vai às compras e a natureza coletora inata das mulheres quando vão às compras . Demonstram que os homens tem um objetivo (alvo) , uma camisa social por exemplo , vão direto na loja(plano) e compram a camisa (abatem a presa) e voltam para casa com a recompensa (a camisa) . Já as mulheres , vão pesquisar todas as lojas e escolher a melhor ou melhores (coletar) e em quantidades (armazenar). Isso é comportamento inato que pode ser modificado pela inteligência , educação ou treinamento .

Além disso há o pensamento politicamente correto disseminado (inclusive entre militares) de que arma de fogo é algo muito perigoso e não deve nunca estar em mãos despreparadas de civis ( mesmo do cidadão de bem) do qual discordo . Isto nos leva a situação do "tiro ao pato" onde nós , população civil e ordeira somos o eterno pato a levar chumbo . Indubitavelmente eu ou você , cidadão de bem , temos muito mais estrutura ,equilíbrio mental e potencial preparo para portar uma arma de fogo que o bandido da esquina. Mas seguimos desarmados , alvos fáceis morrendo e eles bandidos armados até os dentes , matando ! 

É preciso que se diga que armas de brinquedo não moldam delinquentes ,a maioria esmagadora dos adultos maiores de 40 anos brincou com revólveres de ferro de espoleta , com espingardas de ar comprimido (chumbinho) e nem por isso virou bandido ou terrorista . Brincar de polícia e ladrão , de super-herói salvador do mundo , de "capa-espada" faz parte do universo infantil masculino , é saudável e deve ser incentivado . Devemos combater o bom combate ! Divulgar que brincar de polícia e ladrão é bom para as crianças , desde que o bem triunfe e o ladrão sempre perca no final . Que o uso de armas é ancestralmente legítimo e necessário . Que emascular mentalmente os meninos em tenra idade não é uma boa idéia .

Desarmar a população mentalmente e até desde a infância é construir um povo servil e de joelhos à qualquer senhor . Isto sim é muito perigoso .

"Somente aos escravos e foras da lei é impedido que tenham armas " . (Do "The Federalist Papers" ) 

Cris Fontana.
(Mãe de 3 meninos , casada e médica) 

Vão proibir os coqueiros também ? !

http://www.territoriodobrincar.com.br/diario-de-viagem/arminha-de-palha-de-coqueiro

A notícia :
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/09/lei-do-distrito-federal-vai-proibir-venda-de-qualquer-arma-de-brinquedo.html


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cativeiro anunciado

"Assim como o médico é dito causar saúde no enfermo através das operações da natureza, assim também o mestre é dito causar ciência no discípulo através da operação da razão natural do discípulo, e isto é ensinar". Santo Tomás de Aquino




Foto do Campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Mas pode ser qualquer escola, hoje. Ah, se fossem apenas os móveis que estivessem destruídos!!!





Saldo de hoje: uma aluna hospitalizada por causa da inconsequente rebeldia e pelo aparente descaso de alguns alunos. 
O que penso é que dentro da escola, estão todos cativos. Os alunos porque mal sabem, em sua maioria, o que estão fazendo ali, num ambiente que eles não escolheram e que os coloca no dever de nele começar a construir o que virá; porque na escola, os enchem de "temas transversais", na gana maldita de os formarem "cidadãos conscientes", quando, de verdade, os deveriam inserir no universo incrivelmente infinito do conhecimento, da Verdade; porque já sabem para o que serve uma escola [pública] hoje em dia, e que, certamente, quaisquer apelos emocional e/ou social o salvarão do "terrível" trauma da reprovação ou até da simples admoestação. 
É cativo o grupo gestor, que é obrigado a receber tudo o que é imposto pela diretoria de ensino, sem perguntar a realidade escolar, quais são os pontos negativos em receber tais situações. 
São cativos, sobretudo, os professores, que se encontram diante de uma tripla realidade: de ausência de perspectiva, porque esse desconstrucionismo nojento fez o favor de tirá-la; porque se encontram diante de uma imposta educação freirerista que jura humanizar a escola, mas só coisifica o professor; e são cativos os professores, porque encontram-se diante de uma realidade que está além do que eles podem fazer caso não haja querer e cumplicidade! 
E ainda assim, diante de todo esse saldo, ouvi a pergunta: "mas por que a senhora ainda dá aula, prô?"

A minha resposta vem do coração do homem que mais me falou sobre minha vocação sem nunca ter me dito uma palavra: "Educar é Missão Maravilhosa quando a cumprimos em colaboração com Deus"Benedictus, o Magno!




 Ainda com tantas situações de prisão, ainda creio que há uma chave para a liberdade que só se encontrará perfeita quando perdidamente enxertada em Nosso Senhor! 


As crises virão, as escolas estarão sujeitas a normas esdrúxulas, surreais e pautadas num populismo mentiroso, medíocre e cheio de amarras! 





Quanto a mim, dedicarei minha vida para ser uma professora melhor e buscar sempre ser tão boa quanto mais necessário for  para levar a Verdade a cada um! 
Ensinar as Verdades Eternas nos ensina a vivê-las!

Andréia Medrado
PROFESSORA

domingo, 18 de agosto de 2013

Caminhada pela vida

No dia 17 de agosto, sábado, jovens e freiras carmelitas saíram às ruas para gritar pela Vida!
A caminhada começou com a Oração do Terço da Misericórdia, às 15h00, no vão livre do MASP.
De lá seguiu pela Avenida Paulista, com uma fanfarra que chamava a atenção dos motoristas, pedestres, funcionários das lojas; os jovens gritavam pela vida: "Lute pela vida, sua mãe deixou você nascer!"; "Esta é a Juventude do Papa"; "Escolhe, pois, a vida!"; "Vida sim, aborto não!"; desceram a Avenida Brigadeiro Luiz Antonio e chegaram à Catedral da Sé, onde fizeram alguns discursos sobre a Lei Cavalo de Troia (12.845/2013), que na prática, legaliza o aborto no País e pediram a participação ativa de todos os cidadãos que prezam pela vida, pela família e pela Pátria.
Estavam presentes também os jovens da Aliança de Misericórdia, do Padre Antonelo.

Um nova caminhada será marcada!
Reserve um tempinho na sua agenda!

Como dizia nosso querido Beato João Paulo II: "A luta pela vida é uma luta de todo cristão e é mais urgente que a própria evangelização!"

Olhem as fotos! Divulguem!

E façam uma oração pelas crianças não nascidas!

Salve Maria!



































quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Vigília e ato de desagravo reúnem grupos e entidades religiosas nesta terça em Brasília

Elisangela Cavalheiro
Redação Portal A12


Diversos grupos e entidades religiosas realizam na noite desta terça-feira (6), em frente ao Palácio do Planalto em Brasília (DF), uma vigília e um ato de desagravo pela sanção da nova lei que obriga hospitais da rede pública a prestarem assistência a vítimas de violência sexual.

O grupo formado por membros de diversas entidades religiosas irá fazer uma vigília a partir das 20h com o objetivo de manifestar repúdio ao projeto de lei 03/2013, sancionado pela presidente Dilma Rousseff na última quinta-feira (01).

Realizando um trabalho em defesa da vida e da família em Brasília, o padre Pedro Stepien estará presente no ato público. Para ele, a sanção implica na facilitação da prática do aborto e não defende a vida humana.

“Esta lei não protege a vida, esta lei tira a responsabilidade do governo. A Constituição garante o direito à vida. Este é um ato de desagravo contra a sanção do projeto, que foi lamentável”, falou ao A12 por telefone.

Padre Pedro contou ainda que será enviado nesta terça-feira um telegrama ao Papa Francisco sobre a questão.

Hermes Nery, diretor na Associação Nacional Providafamília, uma das entidades que participa da atividade, esclareceu que a sanção da lei descumpre uma promessa de campanha de 2010 da presidente Dilma Roussef e age contra a vida indefesa no ventre materno:

“Com a referida sanção, o Estado brasileiro deixa de ser promotor da inviolabilidade da vida humana, para agir contra a vida especialmente na fase mais indefesa do ser humano, no ventre materno. O Estado brasileiro poderá agora distribuir medicamentos abortivos (como a pílula do dia seguinte) utilizando-se do SUS para promover o maior atentado à vida humana neste País, com recursos públicos”.
 Estará presente no evento o casal Haroldo Lucena e Mariselma da Silva, pais de Ruhama de 1 ano e cinco meses que nasceu com má-formação (anencefalia). Elestiveram um encontro com o Papa Francisco durante aJornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro e pediram a interferência do Pontífice junto a presidente Dilma Rousseff. Em atenção ao casal, na ocasião, o Santo Padre doou quatro terços. Haroldo contou ainda que depois quando foram convidados para participar da missa de envio em Copacabana, o Pontífice doou mais um terço ao casal, e este tem um destino especial.

“Este terço em vou entregar para a presidente Dilma. Essa mensagem deve ser dada”, contou o pai de Ruhama.

O casal convidou todo o povo brasileiro para manifestar o seu ato de desagravo acendendo velas nas igrejas em forma de um protesto pacífico em favor da vida.

Hermes Nery contou ainda que a associação da qual faz parte pretende conscientizar os deputados cristãos e pedir apoio para uma ação de inconstitucionalidade.


“Vamos trabalhar para conscientizar os deputados cristãos do Congresso a entrar com uma ação de inconstitucionalidade contra o PLC 3, ou ainda o questionamento do modo ardiloso como foi votado no Congresso, de modo especial questionaremos a distribuição da pílula do dia seguinte; medicamento abortivo, na rede SUS com recursos públicos”, finalizou. 


domingo, 4 de agosto de 2013

VIGÍLIA E ATO DE DESAGRAVO, em frente ao Palácio do Planalto














Tendo em vista a sanção do PLC 03/2013, descumprindo assim sua promessa de campanha de 2010, a Presidente Dilma Roussef expressou assim seu desprezo pela Igreja, pela população brasileira (em que a maioria é contra o aborto) e pelo legislativo nacional. Com a referida sanção, o Estado brasileiro deixa de ser promotor da inviolabilidade da vida humana, para agir contra a vida especialmente na fase mais indefesa do ser humano, no ventre materno. O Estado brasileiro poderá agora distribuir medicamentos abortivos (como a pílula do dia seguinte) entre outras iniciativas antivida, utilizando-se do SUS para promover o maior atentado à vida humana neste País, com recursos públicos. Por isso, conclamamos, mais uma vez, para uma VIGÍLIA E ATO DE DESAGRAVO, em frente ao Palácio do Planalto, terça-feira, às 20h. Temos o dever, enquanto povo cristão e cidadãos. 
Como bem destacou o beato João Paulo II, em sua encíclica Evangelium Vitae: a Igreja sente que deve, com igual coragem, dar voz a quem não tem tem. O seu é sempre o grito evangélico em defesa dos pobres do mundo, de quantos estão ameaçados, desprezados e oprimidos nos seus direitos humanos", pois espezinhada no direito fundamental à vida, é hoje uma grande multidão de seres humanos débeis e indefesos, cmo o são, em particular, as crianças não nascidas". 


VIGÍLIA E ATO DE DESAGRAVO, em frente ao Palácio do Planalto, terça-feira, 6 de agosto de 2013, às 20h.Tragam consigo as velas, que simbolizam luz e esperança para mudar o Brasil e afirmar a cultura da vida.

Prof. Hermes Rodrigues Nery
Coordenador do Movimento Legislação e Vida

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Liga das Mulheres Conservadoras



















O termo "liga", segundo o Caldas Aulete, é "aliança, união, pacto"; "associação de indivíduos ou de grupos ou partidos para defesa de interesses comuns, ou para alcançar determinados fins, de ordem social, política, filantrópica, cultural etc".
Foi pensando nesta definição que mulheres de vários estados do Brasil resolveram juntar forças para combater a cultura de morte que paira sobre esta nação. Andando na contramão da cultura vigente, essas mulheres querem resgatar os valores perdidos ao longo desses quarenta anos, no mínimo, de revolução cultural.
Apoiadas em valores judaico-cristãos, as MULHERES CONSERVADORAS enfrentam horas de estudos, encontram-se para rezar, e inclusive discutir política!
Seus objetivos são muito claros: defender a vida desde sua concepção até seu fim natural e a família tradicional.

Segue, abaixo, o link do blog das mulheres conservadoras!

Leiam, acompanhem, divulguem!


http://ligademulheresconservadoras.blogspot.com.br/


Nota da CNBB sobre a sanção do PLC 03;2013















Ao fim da tarde de hoje, 02 de agosto de 2013, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), publicou nota oficial sobre a sanção do PLC 03/2013, um projeto de lei que, na prática, legaliza o aborto no país. No texto, alguns bispos lamentam o não veto do Artigo 2º e os incisos IV e VII do Artigo 3º da lei em questão.


Embora a Conferência tenha emitido nota pedindo veto parcial, alguns bispos se manifestaram em prol do veto total, uma vez que era óbvia a implantação do aborto mesmo com os vetos acima citados. 

Abaixo, segue a nota.



NOTA DA CNBB SOBRE A SANÇÃO DA LEI 12.845/2013

Ao reconhecer a importância e a necessidade da lei que garante o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual (Lei 12.845/2013), sancionada pela Presidente da República, nesta quinta-feira, 1º de agosto de 2013, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB lamenta profundamente que o Artigo 2º e os incisos IV e VII do Artigo 3º da referida lei não tenham sido vetados pela Presidente da República, conforme pedido de várias entidades.

A nova lei foi aprovada pelo Congresso com rápida tramitação, sem o adequado e necessário debate parlamentar e público, como o exige a natureza grave e complexa da matéria. Gerou-se, desta forma, imprecisão terminológica e conceitual em diversos dispositivos do texto, com riscos de má interpretação e implementação, conforme evidenciado por importantes juristas e médicos do Brasil.

A opção da Presidente pelo envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional, para reparar as imprecisões técnicas constantes na nova lei, dá razão ao pedido das entidades.

O Congresso Nacional tem, portanto, a responsabilidade de reparar os equívocos da Lei 12.845/2013 que, dependendo do modo como venha a ser interpretada, entre outras coisas, pode interferir no direito constitucional de objeção de consciência, inclusive no respeito incondicional à vida humana individual já existente e em desenvolvimento no útero materno, facilitando a prática do aborto.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis                   
 Arcebispo de Aparecida (SP)                                
 Presidente da CNBB                                        

Dom José Belisário da Silva
 Arcebispo de São Luís (MA)
 Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
 Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
 Secretário Geral da CNBB 

O Cavalo de Tróia, o relativismo ético e as novas formas de tirania

Por Professor Rodrigo Gurgel




O governo federal -- apoiado po
r senadores e deputados federais, e pelo velho e conhecido silêncio obsequioso da CNBB -- acaba de aprovar o PLC 03/2013: na prática, um Cavalo de Tróia (na feliz expressão de Monsenhor Juan Claudio Sanahuja) para introduzir o aborto irrestrito no país.

Diante de tudo que tenho lido nos últimos dias, lembrei-me de um longo trecho da encíclica EVANGELIUM VITAE, de João Paulo II, no qual ele faz reflexões não apenas sobre a questão do aborto em si, mas ampliando-a, de forma a mostrar os problemas éticos e políticos que se encontram no substrato da "cultura democrática" do nosso tempo, em que a democracia é mitificada graças ao relativismo ético, transformando-se, como vemos hoje no Brasil e nos países latino-americanos controlados pela esquerda, num conjunto de decisões tirânicas.

O trecho da encíclica, extremamente lúcido, fala por si mesmo. E as conclusões são óbvias: vivemos sob uma tirania.

Leiam e tirem suas conclusões:

69. Certo é que, na cultura democrática do nosso tempo, se acha amplamente generalizada a opinião segundo a qual o ordenamento jurídico de uma sociedade haveria de limitar-se a registrar e acolher as convicções da maioria e, conseqüentemente, dever-se-ia construir apenas sobre aquilo que a própria maioria reconhece e vive como moral. Se, depois, se chega a pensar que uma verdade comum e objetiva seria realmente inacessível, então o respeito pela liberdade dos cidadãos — que, num regime democrático, são considerados os verdadeiros soberanos — exigiria que, a nível legislativo, se reconhecesse a autonomia da consciência de cada um e, por conseguinte, ao estabelecer aquelas normas que são absolutamente necessárias à convivência social, se adequassem exclusivamente à vontade da maioria, fosse ela qual fosse. Desta maneira, todo o político deveria separar claramente, no seu agir, o âmbito da consciência privada e o do comportamento público.

Em conseqüência disto, registram-se duas tendências que na aparência são diametralmente opostas. Por um lado, os indivíduos reivindicam para si a mais completa autonomia moral de decisão, e pedem que o Estado não assuma nem imponha qualquer concepção ética, mas se limite a garantir o espaço mais amplo possível à liberdade de cada um, tendo como único limite externo não lesar o espaço de autonomia a que cada um dos outros cidadãos também tem direito. Mas, por outro lado, pensa-se que, no desempenho das funções públicas e profissionais, o respeito pela liberdade alheia de escolha obrigaria cada qual a prescindir das próprias convicções para se colocar ao serviço de qualquer petição dos cidadãos, que as leis reconhecem e tutelam, aceitando como único critério moral no exercício das próprias funções aquilo que está estabelecido pelas mesmas leis. Deste modo, a responsabilidade da pessoa é delegada na lei civil com a abdicação da própria consciência moral, pelo menos no âmbito da ação pública.

70. Raiz comum de todas estas tendências é o relativismo ético, que caracteriza grande parte da cultura contemporânea. Não falta quem pense que tal relativismo seja uma condição da democracia, visto que só ele garantiria tolerância, respeito recíproco entre as pessoas e adesão às decisões da maioria, enquanto as normas morais, consideradas objetivas e vinculantes, conduziriam ao autoritarismo e à intolerância.

Mas é exatamente a problemática conexa com o respeito da vida que mostra os equívocos e contradições, com terríveis resultados práticos, que se escondem nesta posição.

É verdade que a história registra casos de crimes cometidos em nome da «verdade». Mas crimes não menos graves e negações radicais da liberdade foram também cometidos e cometem-se em nome do «relativismo ético». Quando uma maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade da eliminação, mesmo sob certas condições, da vida humana ainda não nascida, porventura não assume uma decisão «tirânica» contra o ser humano mais débil e indefeso? Justamente reage a consciência universal diante dos crimes contra a humanidade, de que o nosso século viveu tão tristes experiências. Porventura deixariam de ser crimes, se, em vez de terem sido cometidos por tiranos sem escrúpulos, fossem legitimados por consenso popular?

Não se pode mitificar a democracia até fazer dela o substituto da moralidade ou a panacéia da imoralidade. Fundamentalmente, é um «ordenamento» e, como tal, um instrumento, não um fim. O seu caráter «moral» não é automático, mas depende da conformidade com a lei moral, à qual se deve submeter como qualquer outro comportamento humano: por outras palavras, depende da moralidade dos fins que persegue e dos meios que usa. Registra-se hoje um consenso quase universal sobre o valor da democracia, o que há de ser considerado um positivo «sinal dos tempos», como o Magistério da Igreja já várias vezes assinalou. Mas, o valor da democracia vive ou morre nos valores que ela encarna e promove: fundamentais e imprescindíveis são certamente a dignidade de toda a pessoa humana, o respeito dos seus direitos intangíveis e inalienáveis, e bem assim a assunção do «bem comum» como fim e critério regulador da vida política.

Na base destes valores, não podem estar «maiorias» de opinião provisórias e mutáveis, mas só o reconhecimento de uma lei moral objetiva que, enquanto «lei natural» inscrita no coração do homem, seja ponto normativo de referência para a própria lei civil. Quando, por um trágico obscurecimento da consciência coletiva, o ceticismo chegasse a pôr em dúvida mesmo os princípios fundamentais da lei moral, então o próprio ordenamento democrático seria abalado nos seus fundamentos, ficando reduzido a puro mecanismo de regulação empírica dos diversos e contrapostos interesses. Alguém poderia pensar que, na falta de melhor, já esta função reguladora fosse de apreciar em vista da paz social. Mesmo reconhecendo qualquer ponto de verdade em tal avaliação, é difícil não ver que, sem um ancoradouro moral objetivo, a democracia não pode assegurar uma paz estável, até porque é ilusória a paz não fundada sobre os valores da dignidade de cada homem e da solidariedade entre todos os homens. Nos próprios regimes de democracia representativa, de fato, a regulação dos interesses é freqüentemente feita a favor dos mais fortes, sendo estes os mais competentes para manobrar não apenas as rédeas do poder, mas também a formação dos consensos. Em tal situação, facilmente a democracia se torna uma palavra vazia.

-- Para aqueles que desejarem, a íntegra da encíclica, em português, está neste link: http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25031995_evangelium-vitae_po.html