Alguns momentos da Manifestação contra o PLC 03/2013.
Antes, segue um link que explica de forma excelente o que é tal lei.
http://www.padrepauloricardo.org/episodios/os-perigos-do-veto-parcial-do-plc-03-2013
As letras e cantos escondidos de nossas almas... aqueles que somente Deus pode ler e ouvir! Que neste espaço, o Senhor se faça presente em nosso meio. O mundo moderno tem sede de Deus; o mundo inteiro tem saudades do céu, e ainda não sabe disso! Bem-vindo! Sua presença significa que faz sentido denunciar o que é contra a Igreja e faz sentido amar a Esposa do Cordeiro!
sábado, 20 de julho de 2013
Peregrinos da JMJ juntam-se ao Movimento Pró-vida para rezar contra o PLC 03/2013
Como já temos divulgando há algum tempo, hoje houve mais uma manifestação contra o PLC 03/2013, na Praça da Sé, em São Paulo.
Professor Hermes Nery, Padre Berardo do Regional Sul 1 e Moisés, da Comunidade Theotokos estiveram presentes, defendendo a vida e pedindo à presidente Dilma que vete totalmente o projeto de lei que, de forma mascarada, injeta o aborto no Brasil.
Em nossos momentos de oração, alguns peregrinos da Jornada Mundial da Juventude uniram-se a nós para rezar a Deus contra a maldição do aborto!
Veja algumas fotos!
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Nós não devemos nos calar
Ao longo da ultima semana, por meio
de uma rápida partilha de coração com uma preciosa amiga, senti a inspiração
(prontamente encorajada por ela) a escrever as linhas que você, estimado irmão,
tem agora diante dos olhos. E confesso que não sei se isto será tão somente uma
partilha, uma vez que, em minha história, há algo de testemunhal acerca daquilo
que pretendo aqui expor. Peço à Virgem Santíssima que ilumine não somente o meu
coração, mas também o coração e entendimento daqueles que forem alcançados por
estas linhas. Ou como aprendi com a amiga que me encorajou a escrevê-las, que
não sejam somente palavras, mas espadas afiadas no lenho da cruz, carregadas de
oração e da Verdade que não muda nem envelhece.
Há
tempos, desde os imemoriais tempos da criação, o coração do homem anseia pela
vida para a qual foi criada. Contudo, por inveja do demônio e por mau uso da
liberdade dada por Deus, decidiu o homem dar as costas ao seu Criador e julgar
ele mesmo o que era bem e o mal para si. Desde então, tendo tomado nas mãos um
poder de decisão que não lhe cabia, o ser humano claudica em seu caminho
errante pela história, pondo em cheque por diversas vezes ao longo dos tempos a
sua alcunha de civilizados. E ainda mais lamentável é o fato de o homem negar
sua identidade de filho de Deus, atentar contra sua própria dignidade em tantos
aspectos e, dando abertura à sanha do Inimigo original do gênero humano,
deixar-se torporizar e dominar por uma concepção de realidade totalmente
diversa daquela para a qual Deus o criou.
Pois
bem, tudo isso não seria tão problemático se vivêssemos em uma sociedade que,
entre tombos e tropeços, ainda se preocupasse com os valores humanos que tornam
a vida grande e bela, tal qual Deus a sonhou. Entretanto, na cultura
contemporânea, parece que grassa no ar uma mentalidade essencialmente rebelde e
perversa, que se contrapõe direta e violentamente não somente a valores
religiosos, mas a tudo aquilo que promove a grandeza do homem em sua
integralidade. De modo ainda mais absurdo, violento e por que não dizer de modo
desgraçado, vivemos um tempo em que o homem busca destruir a sua própria
existência, lançando mão dos mais diversos expedientes. Dentre tais
expedientes, de modo impoluto e politicamente correto, erguido num verdadeiro
trono em honra a Satanás, temos a maldição do aborto.
Acredito
que qualquer um de nós, por mais contrário à fé cristã que seja, sente um
profundo asco e revolta quando vemos em nossa mídia televisiva crimes
praticados contra menores de idade. Estupros, pedofilia, sequestros,
assassinados... quero sinceramente crer que isso ainda nos revolte de modo a
causar náusea em nosso interior, de modo que sequer suportemos ver tais
situações durante um longo espaço de tempo. Acredito, inclusive, que quanto
mais jovem for aquela criança que sofre determinado ato de violência, mais
aumente em nós a revolta contra aquele ato. Ora, é justamente aí que mora o
profundo questionamento moral que aqui apresento: como é que conseguimos não
perceber que a vida das crianças que defendemos quando estão fora do útero
materno é a mesma vida que está no útero em formação antes que a mulher dê à
luz o filho? Que diferença existe entre o gesto grotesco e animalizado do
assassinato de uma criança, como por exemplo foi com o menino João Helio, há alguns
anos, e os procedimentos de ASSASSINATO da vida que no ventre materno se
protege?
Não me
cabe no raciocínio entender de modo diferente ambas as situações, e acredito
que isso não deveria caber no raciocínio de nenhum ser humano minimamente
instruído. É como dizer que é preferível matar m em atirando-o de um penhasco a enfiar-lhe uma
bala na cabeça. Ambas as atitudes atentam contra o mesmo valor e, se não se
leva em conta a realidade de que a vida humana, por si só, é um mistério que
escapa às mãos do homem, vemos quão soberba e orgulhosa é a mentalidade
daqueles que se põem a favor de tão
abominável prática.
De modo
ainda mais estúpido parece ser a justificativa desta lei que tramita nas altas
esferas do Governo, aguardando a aprovação ou veto da Sra. Dilma Vana Rousseff.
Diz-se no texto, com um linguajar técnico e rebuscado do jargão jurídico, que
qualquer mulher que tenha sido vitima de violência sexual a qualquer tempo e
que dessa violência advenha uma gravidez, em nome do “bem estar” daquela mulher,
ela terá acesso a todo um procedimento emergencial de interrupção da gravidez.
Ora, em que ambiente imbecilizado e obturado vivemos? Como se pode, em nome do
bem-estar da pessoa humana, propor a ela que destrua a vida de um ser que
cresce e desenvolve no templo do útero materno? Como pode um gesto assim
promover algum bem-estar físico ou mental na pessoa que, grávida, acha por bem
retirar de si uma vida que, distinta da sua, não lhe cabe o direito senão de
cuidá-la e preservá-la.
Assim,
esta lei satânica que está às portas de se tornar um decreto do inferno em
nossa já bastante corrompida sociedade não fará outra coisa senão desencadear
um genocídio de inocentes, uma matança impiedosa de seres que nascem não
somente de situações irregulares e crimes contra a mulher, mas esta lei maldita
abrirá portas para que qualquer casal bem casado, “cristão”, “devoto” possa, em
determinado momento, num “alumiamento” de sua mente, decidir que não deseja o
filho que a mulher por ventura traga no ventre.
Não nos
adianta, portanto, como cristãos, defendermos apenas uma porcentagem da vida,
como se fizéssemos um conluio com o assassino do gênero humano, dizendo-lhe
que: “Por favor, desgrace nossa família, nossa vida, nossa história, mas apenas
em parte, para que não nos pese nos ombros a responsabilidade de zelar pelas
vidas dos que nos são dados.”Não nos adianta acendermos uma vela ao céu pedindo
misericórdia enquanto apertamos a mão de Satanás, aceitando suas propostas
hediondas; e de modo especial endereçado à juventude católica brasileira que,
nos últimos dias, prepara-se para receber o Sumo Pontífice Gloriosamente
Reinante, o Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude: de nada nos
adianta querer viver esse clima de fraternidade
se não nos contrapomos com tudo aquilo que é avesso à dignidade da vida
humana. Urge que gritemos corajosamente perante uma sociedade torporizada pela
mentira e pelo relativismo moral: “NÃO À MORTE! SIM À VIDA!”. Se não tivermos a
coragem de lutar pela vida que Deus planejou para os seus filhos, não temos o
direito de fazer parte da Igreja cujos altares foram erigidos sobre o sangue de
gente muito mais santa e heroica do que nós, homens que miravam o céu e
defendiam dignamente o estandarte da fé católica. Hoje os desafios não são tão diferentes
quanto os de outrora, e é necessário, portanto, a mesma coragem e o mesmo brio
para vencermos a desgraça que sob os nossos olhos vidrados vem tomando conta da
nossa história.
Que nos
ajude nesta batalha contra as insídias de Satanás o glorioso Arcanjo Miguel,
príncipe da Igreja Triunfante; que nos sustente a ternura daquela que soube ser
Mãe do Verbo de Deus, A Sempre Virgem Maria Santíssima. E que nos inebrie com
Seu Preciosíssimo Sangue o Sagrado Coração de Jesus Cristo, fonte de
misericórdia para nós e para o mundo inteiro.
Sob o olhar da Virgem Maria,
No amor da Cruz.
Roberto de Castro Amorim
No amor da Cruz.
Roberto de Castro Amorim
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A um passo do aborto - Padre Paulo Ricardo
Padre Paulo Ricardo é um sacerdote da Igreja Católica que, exercendo seu papel de cidadão brasileiro, tem lutado bravamente contra a maldição do comunismo em nosso meio!
Neste vídeo, ele nos fala, sem delongas, sobre o PLC 03/2013, que, na prática, instaura o aborto no país.
O projeto é um verdadeiro cavalo de troia, no qual o aborto é tratado de maneira "clínica", bastando a mulher dizer que teve uma relação sexual "não consentida".
São as fundações internacionais ganhando a nossa legislação, que é podre!
Lutemos!
http://www.youtube.com/watch?v=R-1IL9LAXhs&feature=player_embedded
Neste vídeo, ele nos fala, sem delongas, sobre o PLC 03/2013, que, na prática, instaura o aborto no país.
O projeto é um verdadeiro cavalo de troia, no qual o aborto é tratado de maneira "clínica", bastando a mulher dizer que teve uma relação sexual "não consentida".
São as fundações internacionais ganhando a nossa legislação, que é podre!
Lutemos!
http://www.youtube.com/watch?v=R-1IL9LAXhs&feature=player_embedded
O PLC 03/2013 deve ser parcialmente vetado? Faça essa pergunta a uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial
Provavelmente você jamais ouviu falar de Adrienne Germain.
Ela é o tipo de mulher discreta e genial, que trabalha no silêncio e com muita
eficiência. Adrienne está para o sucesso da agenda abortista nos últimos 25
anos como Steve Jobs esteve para o da Apple ou Bill Gates para o da Microsoft.
E pode estar certo de que não se trata de nenhum exagero.
Antes dela, a questão do planejamento familiar, no qual o
aborto estava incluído, era tratada de forma estritamente médica: oferta de
anticoncepcionais, inserção de DIUs, criação de centros de planejamento
familiar, realização de laqueaduras, disseminação de aparelhos de aborto,
treinamento de médicos, financiamento de clínicas clandestinas em países onde o
aborto fosse ilegal etc.
Quando Adrienne, socióloga e mulher, começou a trabalhar com
o planejamento familiar, um campo dominado por homens, discordou profundamente
do modo como a questão populacional era abordada. Em uma única conversa com
John Rockefeller III, graças à sua capacidade singular e entusiasmo
contagiante, convenceu-o de que o sucesso verdadeiro do controle demográfico
dependia de se colocar a mulher, e não os médicos, no centro da discussão.
Em 1990, já trabalhando para a Fundação Ford, ela idealiza e
incentiva a elaboração do documento "Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia
Para os Anos 90". Tal documento forneceu bases sólidas para que durante as
Conferências do Cairo em 1994 e de Pequim em 1995, a ONU assumisse "a
Saúde e os Direitos Sexuais e Reprodutivos" como uma estratégia para não
somente legalizar o aborto em todo o mundo, mas promovê-lo.
Adrienne lança em dezembro de 1998 um manual de estratégias
para obter a legalização do aborto nos países com legislação mais restritiva.
Em um dos trechos do manual ela refere que se deve:
"Assegurar ao máximo a prestação de serviços previstos
pelas leis existentes que permitem o aborto em certas circunstâncias
possibilita abrir caminho para um acesso cada vez mais amplo...Deste modo os
provedores de aborto poderão fazer uso de uma definição mais ampla do que
constitui um perigo para a vida da mulher e também poderão considerar o estupro
conjugal como uma razão justificável para interromper uma gravidez dentro da
exceção referente ao estupro" (Germain, A & Kim, T. Incrementando el acceso
al aborto seguro: estratégias para la acción. New York: International Women’s
Health Coalition; 1998. p. 8)
Uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial
indica que, nos países com legislação restritiva (como o Brasil, onde o aborto
é crime mas não é punido quando a gravidez resultar de estupro), os promotores
do aborto devem dilatar o conceito de estupro de tal modo que ele abarque um
número muito maior de possibilidades de aborto "legal".
Enquadremos agora, por alguns momentos, a discussão que tem deixado
muitos brasileiros bastante confusos da seguinte maneira: se o PLC 03/2013 deve
ser vetado parcial ou totalmente.
Diante do que foi exposto, podemos supor que se a Presidente
Dilma vetá-lo apenas parcialmente, Adrienne Germain e seus colaboradores terão
muito o que comemorar nesse mês de julho. Ela terá finalmente conseguido abrir
a brecha necessária, a infiltração pela qual "fica assegurada ao máximo a
prestação de serviços previstos pelas leis existentes", ainda que
erroneamente interpretadas. Em vez de 64 centros, todos os hospitais do SUS,
inclusive os religiosos e confessionais, passarão a integrar a rede de serviços
de abortos "legais". Passam-se alguns anos, surgem novas polêmicas,
regulamentam-se novas leis, publicam-se normas e portarias, criam-se novas
jurisprudências e o cenário estará maduro para a completa legalização oficial
do aborto no Brasil. Foi exatamente o que aconteceu no Uruguai, com a diferença
de que lá a estratégia usada não foi alargar o conceito de estupro, mas o de "risco
de vida" para a mulher.
O PLC 03/2013, evitando a palavra estupro e usando a
definição vaga "qualquer relação sexual não consentida", introduz um
verdadeiro Cavalo de Tróia nos muros jurídicos do Brasil. Quem impedirá uma
mulher que está querendo abortar de dizer que engravidou porque teve relação
sexual com um homem em um dia que não estava com vontade? Quem impedirá a
própria esposa de dizer, para usar a linguagem de Adrienne Germain, que foi
vítima de "estupro conjugal"?
Para concluir. A Holanda é um país que se encontra abaixo do
nível do mar. Há séculos a população é protegida por diques que impedem que o
Mar do Norte invada suas terras. Não poderia haver maior ameaça para o povo
holandês do que a infiltração silenciosa e sorrateira da água do mar através de
seus diques. Infiltrações não sanadas causariam uma fragilização cada vez maior
e incontrolável das barragens e, no fim, a morte e destruição de todo o país.
De um modo similar, o "Mar do Norte" do movimento abortista mundial
pretende se infiltrar nos "diques" brasileiros para, silenciosamente,
provocar a morte e a destruição de milhões de vidas inocentes. Um holandês
jamais deixaria uma infiltração ser "parcialmente vetada". Seríamos
nós, brasileiros, menos prudentes que eles?
Por: Marina Salgueiro
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
Sou professora por vocação. Não sei precisar o momento em que ela em mim surgiu; sei, contudo, dizer que desde sempre eu fui assim! Então, lendo e estudando o que dizia e escrevia meu amado Bento XVI, minha vocação tomou mais força, e foi sacramentada desde então!
Trabalho com alunos ruins, que mal sabem escrever o próprio nome e não querem aprender! A estes em nada posso eu ajudar. Trabalho com alunos que possuem inúmeras dificuldades cognitivas, mas que se esforçam de tal maneira, que aí sim, de ajuda eles precisam, e eu assim o farei. Trabalho com alunos muito bons, que não têm tantas dificuldades, e querem aprender! Sou feliz por isso! Eles me ajudam a continuar! Eles, claro, e certamente, o Senhor da minha vocação: Nosso Senhor Jesus Cristo!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
Não são pessoas que não entendem de vocação, que não sabem o que é a relação professor/aluno que vão me fazer desistir, desanimar! Não me importa se essas pessoas têm cargos maiores ou menores que o meu. Não me importa! O que me importa é saber quem eu sou! Que professora eu sou! Eu não negligencio meu aluno em função de cargo, bem-querência nas Diretorias de Ensino, medo! Danem-se tudo isso!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
Não são pessoas desonestas que vão macular a alma da vocação docente que há em mim! E pouco me importam os que olham para mim e chamam de utopia o que penso e falo, dizendo, para piorar: "É nova, coitada. Daqui a pouco passa!".
Não quero que passe, e que eu me torne, gradativamente, essas pessoas! Eu tenho medo de ser uma frustrada que só quer saber de reuniões e planejamentos! Não vou parar de estudar, não vou parar de preparar boas aulas para meus alunos. Queiram "eles" ou não! A vontade aqui é lançar um grande palavrão em honra dessas pessoas que abusam de poder, abusam de mau humor, abusam de desonestidade, abusam de negligência; mas vou respeitar a minha time line e não expor meus amigos e irmãos de fé a esse vocabulário, que só merece quem nunca vai estar disposto a ser melhor! Eu não sou menos que isso: Sou professora por vocação, e sei qual minha função, e isso nunca vai sair de mim: Sou professora para levar meu aluno para o Eterno! Com Bento, eu consigo entender mais longe: "Educar é missão maravilhosa quando a cumprimos em colaboração com Deus!". Não sou menos que isso, nem creio menos que isso!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Os que me ouvem quando o mundo não pode me entender!
A difícil espera é sempre cuidada e acompanhada de e por grandes amigos. Os amigos que nos ajudam a enfrentar o que nosso coração ainda, em demasia, é imaturo para sozinho fazer.
Em muitos momentos de minha vida tenho percebido os carinhos de Deus para comigo, e em forma de pessoas maravilhosas! Nego-me, portanto, a acreditar que eu tenha conseguido sentir-me só por tanto tempo!
O post é curto, mas é em homenagem aos Anjos de Resgate e de Guarda que Deus tem-me dado!
Só consigo ainda caminhar, mesmo nas quedas, porque Deus se manifesta com ternura e paternal amor através desses seres maravilhosos!
Em muitos momentos de minha vida tenho percebido os carinhos de Deus para comigo, e em forma de pessoas maravilhosas! Nego-me, portanto, a acreditar que eu tenha conseguido sentir-me só por tanto tempo!
O post é curto, mas é em homenagem aos Anjos de Resgate e de Guarda que Deus tem-me dado!
Só consigo ainda caminhar, mesmo nas quedas, porque Deus se manifesta com ternura e paternal amor através desses seres maravilhosos!
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Glorioso Príncipe da Santa Igreja
A Santa Mãe Igreja, celeiro de tantos santos, é também lugar de sacerdotes guerreiros! Morre Dom Eugênio de Araújo Cardeal Sales, Príncipe da Igreja de Deus! Morre descrito por São Paulo: "combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé" 2Tim 4,7.
Foi, sem dúvida, um dos maiores Cardeais deste país, e merece nossas homenagens em forma, principalmente, de orações!
Este adeus parece ter sabor diferente dos outros; parece doer um pouco mais, embora saibamos que, como Arauto da Igreja que foi, Dom Eugênio tem caminho de céu! Mas a dor da despedida tem outra conotação além dessa. O Brasil perde uma âncora que o ajuda a caminhar seguindo a Igreja. O Brasil perde um elo importantíssimo e extremamente forte com a Cidade Eterna!
Peço, agora, a oração desse príncipe que nos deixa para encontrar o Amado de nossas almas, a quem ele soube amar e servir!
Que a Virgem Maria e o Arcanjo Miguel sigam ao seu encontro, queridíssimo, eminentíssimo Dom Eugênio!
Que tuas virtudes e pés fincados na Barca de Pedro nos ajudem a seguir os passos daquele que Te chamou!
Requiescat in pace!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Mulher acompanhada!
Acabo de ler a frase num post aqui: "Nem santa nem vadia, mulher!" Como assim? Quer dizer que por sermos "mulher", estamos livres de qualquer denominação? Sinto muito, mas mulher é um substantivo (e não vou entrar no mérito gramatical mais puro; só o que se pode ser compreendido, ok?), e como todo substantivo, é passível de qualificadores e determinantes! A mulher pode ser santa ou vadia, sim. O que traz um ou outro qualificador depende dos verbos conjugados pelo sujeito, enquanto ainda é sujeito! A mulher pode ser, também, tolhida de seu lugar de origem, e pode passar a complementar a transitividade de algum sujeito mal intencionado. Pena! De sujeito, com tudo certo e os qualificadores dignos, passa a ocupar apenas uma lacuna de necessidade. A mulher pode ser santa ou vadia. Depende de inúmeros fatores. Não falo de falso moralismo, mas de que esse relativismo absurdo e idiota está nos idiotizando! Nossas atitudes nos fazem conhecidas, sim, e sair por aí gritando: "Nem santa, nem vadia" não nos torna imunes de estarmos fazendo o que machuca alguém, denigre alguém e o pior: machuca a nós mesmas! Sou mulher, e AINDA não sou santa! Que medo é esse de santidade? O que é que nos afasta tanto dela? A mulher que mais admiro, amo e respeito é SANTA! A Virgem! E as mulheres com medo do que é a Virgem! Não quero ser vadia. Mas também não quero ser mulher sozinha! Então, quero um qualificador à minha altura! Sou mulher bonita, inteligente, carinhosa, irmã, filha, amiga, professora, em busca de santidade.... Quero um qualificador! Ser substantivo só não é o que quero nem é, de longe, o que mereço. Substantivo só é palavra. Só palavra. Substantivo qualificado, tornado sujeito, precisa de amigos, de qualificadores! Sou assim! Sozinha, não. Só mulher, não! É simplismo inapropriado para um ser que gesta outro! Sou mulher com todos os adjetivos dignos possíveis! Só mulher não sou, nem quero ser!
Acabo de ler a frase num post aqui: "Nem santa nem vadia, mulher!" Como assim? Quer dizer que por sermos "mulher", estamos livres de qualquer denominação? Sinto muito, mas mulher é um substantivo (e não vou entrar no mérito gramatical mais puro; só o que se pode ser compreendido, ok?), e como todo substantivo, é passível de qualificadores e determinantes! A mulher pode ser santa ou vadia, sim. O que traz um ou outro qualificador depende dos verbos conjugados pelo sujeito, enquanto ainda é sujeito! A mulher pode ser, também, tolhida de seu lugar de origem, e pode passar a complementar a transitividade de algum sujeito mal intencionado. Pena! De sujeito, com tudo certo e os qualificadores dignos, passa a ocupar apenas uma lacuna de necessidade. A mulher pode ser santa ou vadia. Depende de inúmeros fatores. Não falo de falso moralismo, mas de que esse relativismo absurdo e idiota está nos idiotizando! Nossas atitudes nos fazem conhecidas, sim, e sair por aí gritando: "Nem santa, nem vadia" não nos torna imunes de estarmos fazendo o que machuca alguém, denigre alguém e o pior: machuca a nós mesmas! Sou mulher, e AINDA não sou santa! Que medo é esse de santidade? O que é que nos afasta tanto dela? A mulher que mais admiro, amo e respeito é SANTA! A Virgem! E as mulheres com medo do que é a Virgem! Não quero ser vadia. Mas também não quero ser mulher sozinha! Então, quero um qualificador à minha altura! Sou mulher bonita, inteligente, carinhosa, irmã, filha, amiga, professora, em busca de santidade.... Quero um qualificador! Ser substantivo só não é o que quero nem é, de longe, o que mereço. Substantivo só é palavra. Só palavra. Substantivo qualificado, tornado sujeito, precisa de amigos, de qualificadores! Sou assim! Sozinha, não. Só mulher, não! É simplismo inapropriado para um ser que gesta outro! Sou mulher com todos os adjetivos dignos possíveis! Só mulher não sou, nem quero ser!
Marcadores:
mulher-objeto,
Santidade
Assinar:
Postagens (Atom)











































































