sábado, 20 de julho de 2013

Manifestação Pela Vida e pelo veto TOTAL do PLC 03/2013 - São Paulo

Alguns momentos da Manifestação contra o PLC 03/2013.

Antes, segue um link que explica de forma excelente o que é tal lei.
http://www.padrepauloricardo.org/episodios/os-perigos-do-veto-parcial-do-plc-03-2013








































































Peregrinos da JMJ juntam-se ao Movimento Pró-vida para rezar contra o PLC 03/2013

Como já temos divulgando há algum tempo, hoje houve mais uma manifestação contra o PLC 03/2013, na Praça da Sé, em São Paulo.
Professor Hermes Nery, Padre Berardo do Regional Sul 1 e Moisés, da Comunidade Theotokos estiveram presentes, defendendo a vida e pedindo à presidente Dilma que vete totalmente o projeto de lei que, de forma mascarada, injeta o aborto no Brasil.
Em nossos momentos de oração, alguns peregrinos da Jornada Mundial da Juventude uniram-se a nós para rezar a Deus contra a maldição do aborto! 

Veja algumas fotos!






sexta-feira, 19 de julho de 2013

Nós não devemos nos calar


                Ao longo da ultima semana, por meio de uma rápida partilha de coração com uma preciosa amiga, senti a inspiração (prontamente encorajada por ela) a escrever as linhas que você, estimado irmão, tem agora diante dos olhos. E confesso que não sei se isto será tão somente uma partilha, uma vez que, em minha história, há algo de testemunhal acerca daquilo que pretendo aqui expor. Peço à Virgem Santíssima que ilumine não somente o meu coração, mas também o coração e entendimento daqueles que forem alcançados por estas linhas. Ou como aprendi com a amiga que me encorajou a escrevê-las, que não sejam somente palavras, mas espadas afiadas no lenho da cruz, carregadas de oração e da Verdade que não muda nem envelhece.
                Há tempos, desde os imemoriais tempos da criação, o coração do homem anseia pela vida para a qual foi criada. Contudo, por inveja do demônio e por mau uso da liberdade dada por Deus, decidiu o homem dar as costas ao seu Criador e julgar ele mesmo o que era bem e o mal para si. Desde então, tendo tomado nas mãos um poder de decisão que não lhe cabia, o ser humano claudica em seu caminho errante pela história, pondo em cheque por diversas vezes ao longo dos tempos a sua alcunha de civilizados. E ainda mais lamentável é o fato de o homem negar sua identidade de filho de Deus, atentar contra sua própria dignidade em tantos aspectos e, dando abertura à sanha do Inimigo original do gênero humano, deixar-se torporizar e dominar por uma concepção de realidade totalmente diversa daquela para a qual Deus o criou.
                Pois bem, tudo isso não seria tão problemático se vivêssemos em uma sociedade que, entre tombos e tropeços, ainda se preocupasse com os valores humanos que tornam a vida grande e bela, tal qual Deus a sonhou. Entretanto, na cultura contemporânea, parece que grassa no ar uma mentalidade essencialmente rebelde e perversa, que se contrapõe direta e violentamente não somente a valores religiosos, mas a tudo aquilo que promove a grandeza do homem em sua integralidade. De modo ainda mais absurdo, violento e por que não dizer de modo desgraçado, vivemos um tempo em que o homem busca destruir a sua própria existência, lançando mão dos mais diversos expedientes. Dentre tais expedientes, de modo impoluto e politicamente correto, erguido num verdadeiro trono em honra a Satanás, temos a maldição do aborto.
                Acredito que qualquer um de nós, por mais contrário à fé cristã que seja, sente um profundo asco e revolta quando vemos em nossa mídia televisiva crimes praticados contra menores de idade. Estupros, pedofilia, sequestros, assassinados... quero sinceramente crer que isso ainda nos revolte de modo a causar náusea em nosso interior, de modo que sequer suportemos ver tais situações durante um longo espaço de tempo. Acredito, inclusive, que quanto mais jovem for aquela criança que sofre determinado ato de violência, mais aumente em nós a revolta contra aquele ato. Ora, é justamente aí que mora o profundo questionamento moral que aqui apresento: como é que conseguimos não perceber que a vida das crianças que defendemos quando estão fora do útero materno é a mesma vida que está no útero em formação antes que a mulher dê à luz o filho? Que diferença existe entre o gesto grotesco e animalizado do assassinato de uma criança, como por exemplo foi com o menino João Helio, há alguns anos, e os procedimentos de ASSASSINATO da vida que no ventre materno se protege?
                Não me cabe no raciocínio entender de modo diferente ambas as situações, e acredito que isso não deveria caber no raciocínio de nenhum ser humano minimamente instruído. É como dizer que é preferível matar m em  atirando-o de um penhasco a enfiar-lhe uma bala na cabeça. Ambas as atitudes atentam contra o mesmo valor e, se não se leva em conta a realidade de que a vida humana, por si só, é um mistério que escapa às mãos do homem, vemos quão soberba e orgulhosa é a mentalidade daqueles  que se põem a favor de tão abominável prática.     
                De modo ainda mais estúpido parece ser a justificativa desta lei que tramita nas altas esferas do Governo, aguardando a aprovação ou veto da Sra. Dilma Vana Rousseff. Diz-se no texto, com um linguajar técnico e rebuscado do jargão jurídico, que qualquer mulher que tenha sido vitima de violência sexual a qualquer tempo e que dessa violência advenha uma gravidez, em nome do “bem estar” daquela mulher, ela terá acesso a todo um procedimento emergencial de interrupção da gravidez. Ora, em que ambiente imbecilizado e obturado vivemos? Como se pode, em nome do bem-estar da pessoa humana, propor a ela que destrua a vida de um ser que cresce e desenvolve no templo do útero materno? Como pode um gesto assim promover algum bem-estar físico ou mental na pessoa que, grávida, acha por bem retirar de si uma vida que, distinta da sua, não lhe cabe o direito senão de cuidá-la e preservá-la.
                Assim, esta lei satânica que está às portas de se tornar um decreto do inferno em nossa já bastante corrompida sociedade não fará outra coisa senão desencadear um genocídio de inocentes, uma matança impiedosa de seres que nascem não somente de situações irregulares e crimes contra a mulher, mas esta lei maldita abrirá portas para que qualquer casal bem casado, “cristão”, “devoto” possa, em determinado momento, num “alumiamento” de sua mente, decidir que não deseja o filho que a mulher por ventura traga no ventre.         
                Não nos adianta, portanto, como cristãos, defendermos apenas uma porcentagem da vida, como se fizéssemos um conluio com o assassino do gênero humano, dizendo-lhe que: “Por favor, desgrace nossa família, nossa vida, nossa história, mas apenas em parte, para que não nos pese nos ombros a responsabilidade de zelar pelas vidas dos que nos são dados.”Não nos adianta acendermos uma vela ao céu pedindo misericórdia enquanto apertamos a mão de Satanás, aceitando suas propostas hediondas; e de modo especial endereçado à juventude católica brasileira que, nos últimos dias, prepara-se para receber o Sumo Pontífice Gloriosamente Reinante, o Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude: de nada nos adianta querer viver esse clima de fraternidade  se não nos contrapomos com tudo aquilo que é avesso à dignidade da vida humana. Urge que gritemos corajosamente perante uma sociedade torporizada pela mentira e pelo relativismo moral: “NÃO À MORTE! SIM À VIDA!”. Se não tivermos a coragem de lutar pela vida que Deus planejou para os seus filhos, não temos o direito de fazer parte da Igreja cujos altares foram erigidos sobre o sangue de gente muito mais santa e heroica do que nós, homens que miravam o céu e defendiam dignamente o estandarte da fé católica. Hoje os desafios não são tão diferentes quanto os de outrora, e é necessário, portanto, a mesma coragem e o mesmo brio para vencermos a desgraça que sob os nossos olhos vidrados vem tomando conta da nossa história.
                Que nos ajude nesta batalha contra as insídias de Satanás o glorioso Arcanjo Miguel, príncipe da Igreja Triunfante; que nos sustente a ternura daquela que soube ser Mãe do Verbo de Deus, A Sempre Virgem Maria Santíssima. E que nos inebrie com Seu Preciosíssimo Sangue o Sagrado Coração de Jesus Cristo, fonte de misericórdia para nós e para o mundo inteiro.

Sob o olhar da Virgem Maria,
No amor da Cruz.

Roberto de Castro Amorim

quinta-feira, 18 de julho de 2013

A um passo do aborto - Padre Paulo Ricardo

Padre Paulo Ricardo é um sacerdote da Igreja Católica que, exercendo seu papel de cidadão brasileiro, tem lutado bravamente contra a maldição do comunismo em nosso meio!

Neste vídeo, ele nos fala, sem delongas, sobre o PLC 03/2013, que, na prática, instaura o aborto no país.
O projeto é um verdadeiro cavalo de troia, no qual o aborto é tratado de maneira "clínica", bastando a mulher dizer que teve uma relação sexual "não consentida".

São as fundações internacionais ganhando a nossa legislação, que é podre!

Lutemos!

http://www.youtube.com/watch?v=R-1IL9LAXhs&feature=player_embedded

O PLC 03/2013 deve ser parcialmente vetado? Faça essa pergunta a uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial



Provavelmente você jamais ouviu falar de Adrienne Germain. Ela é o tipo de mulher discreta e genial, que trabalha no silêncio e com muita eficiência. Adrienne está para o sucesso da agenda abortista nos últimos 25 anos como Steve Jobs esteve para o da Apple ou Bill Gates para o da Microsoft. E pode estar certo de que não se trata de nenhum exagero.

Antes dela, a questão do planejamento familiar, no qual o aborto estava incluído, era tratada de forma estritamente médica: oferta de anticoncepcionais, inserção de DIUs, criação de centros de planejamento familiar, realização de laqueaduras, disseminação de aparelhos de aborto, treinamento de médicos, financiamento de clínicas clandestinas em países onde o aborto fosse ilegal etc.

Quando Adrienne, socióloga e mulher, começou a trabalhar com o planejamento familiar, um campo dominado por homens, discordou profundamente do modo como a questão populacional era abordada. Em uma única conversa com John Rockefeller III, graças à sua capacidade singular e entusiasmo contagiante, convenceu-o de que o sucesso verdadeiro do controle demográfico dependia de se colocar a mulher, e não os médicos, no centro da discussão.

Em 1990, já trabalhando para a Fundação Ford, ela idealiza e incentiva a elaboração do documento "Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia Para os Anos 90". Tal documento forneceu bases sólidas para que durante as Conferências do Cairo em 1994 e de Pequim em 1995, a ONU assumisse "a Saúde e os Direitos Sexuais e Reprodutivos" como uma estratégia para não somente legalizar o aborto em todo o mundo, mas promovê-lo.

Adrienne lança em dezembro de 1998 um manual de estratégias para obter a legalização do aborto nos países com legislação mais restritiva. Em um dos trechos do manual ela refere que se deve:

"Assegurar ao máximo a prestação de serviços previstos pelas leis existentes que permitem o aborto em certas circunstâncias possibilita abrir caminho para um acesso cada vez mais amplo...Deste modo os provedores de aborto poderão fazer uso de uma definição mais ampla do que constitui um perigo para a vida da mulher e também poderão considerar o estupro conjugal como uma razão justificável para interromper uma gravidez dentro da exceção referente ao estupro" (Germain, A & Kim, T. Incrementando el acceso al aborto seguro: estratégias para la acción. New York: International Women’s Health Coalition; 1998. p. 8)
Uma das maiores mentoras do movimento abortista mundial indica que, nos países com legislação restritiva (como o Brasil, onde o aborto é crime mas não é punido quando a gravidez resultar de estupro), os promotores do aborto devem dilatar o conceito de estupro de tal modo que ele abarque um número muito maior de possibilidades de aborto "legal".

Enquadremos agora, por alguns momentos, a discussão que tem deixado muitos brasileiros bastante confusos da seguinte maneira: se o PLC 03/2013 deve ser vetado parcial ou totalmente.

Diante do que foi exposto, podemos supor que se a Presidente Dilma vetá-lo apenas parcialmente, Adrienne Germain e seus colaboradores terão muito o que comemorar nesse mês de julho. Ela terá finalmente conseguido abrir a brecha necessária, a infiltração pela qual "fica assegurada ao máximo a prestação de serviços previstos pelas leis existentes", ainda que erroneamente interpretadas. Em vez de 64 centros, todos os hospitais do SUS, inclusive os religiosos e confessionais, passarão a integrar a rede de serviços de abortos "legais". Passam-se alguns anos, surgem novas polêmicas, regulamentam-se novas leis, publicam-se normas e portarias, criam-se novas jurisprudências e o cenário estará maduro para a completa legalização oficial do aborto no Brasil. Foi exatamente o que aconteceu no Uruguai, com a diferença de que lá a estratégia usada não foi alargar o conceito de estupro, mas o de "risco de vida" para a mulher.

O PLC 03/2013, evitando a palavra estupro e usando a definição vaga "qualquer relação sexual não consentida", introduz um verdadeiro Cavalo de Tróia nos muros jurídicos do Brasil. Quem impedirá uma mulher que está querendo abortar de dizer que engravidou porque teve relação sexual com um homem em um dia que não estava com vontade? Quem impedirá a própria esposa de dizer, para usar a linguagem de Adrienne Germain, que foi vítima de "estupro conjugal"?

Para concluir. A Holanda é um país que se encontra abaixo do nível do mar. Há séculos a população é protegida por diques que impedem que o Mar do Norte invada suas terras. Não poderia haver maior ameaça para o povo holandês do que a infiltração silenciosa e sorrateira da água do mar através de seus diques. Infiltrações não sanadas causariam uma fragilização cada vez maior e incontrolável das barragens e, no fim, a morte e destruição de todo o país. De um modo similar, o "Mar do Norte" do movimento abortista mundial pretende se infiltrar nos "diques" brasileiros para, silenciosamente, provocar a morte e a destruição de milhões de vidas inocentes. Um holandês jamais deixaria uma infiltração ser "parcialmente vetada". Seríamos nós, brasileiros, menos prudentes que eles?


Por: Marina Salgueiro


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!












Sou professora por vocação. Não sei precisar o momento em que ela em mim surgiu; sei, contudo, dizer que desde sempre eu fui assim! Então, lendo e estudando o que dizia e escrevia meu amado Bento XVI, minha vocação tomou mais força, e foi sacramentada desde então!
Trabalho com alunos ruins, que mal sabem escrever o próprio nome e não querem aprender! A estes em nada posso eu ajudar. Trabalho com alunos que possuem inúmeras dificuldades cognitivas, mas que se esforçam de tal maneira, que aí sim, de ajuda eles precisam, e eu assim o farei. Trabalho com alunos muito bons, que não têm tantas dificuldades, e querem aprender! Sou feliz por isso! Eles me ajudam a continuar! Eles, claro, e certamente, o Senhor da minha vocação: Nosso Senhor Jesus Cristo!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
Não são pessoas que não entendem de vocação, que não sabem o que é a relação professor/aluno que vão me fazer desistir, desanimar! Não me importa se essas pessoas têm cargos maiores ou menores que o meu. Não me importa! O que me importa é saber quem eu sou! Que professora eu sou! Eu não negligencio meu aluno em função de cargo, bem-querência nas Diretorias de Ensino, medo! Danem-se tudo isso!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!
Não são pessoas desonestas que vão macular a alma da vocação docente que há em  mim! E pouco me importam os que olham para mim e chamam de utopia o que penso e falo, dizendo, para piorar: "É nova, coitada. Daqui a pouco passa!".
Não quero que passe, e que eu me torne, gradativamente, essas pessoas! Eu tenho medo de ser uma frustrada que só quer saber de reuniões e planejamentos! Não vou parar de estudar, não vou parar de preparar boas aulas para meus alunos. Queiram "eles" ou não! A vontade aqui é lançar um grande palavrão em honra dessas pessoas que abusam de poder, abusam de mau humor, abusam de desonestidade, abusam de negligência; mas vou respeitar a minha time line e não expor meus amigos e irmãos de fé a esse vocabulário, que só merece quem nunca vai estar disposto a ser melhor! Eu não sou menos que isso: Sou professora por vocação, e sei qual minha função, e isso nunca vai sair de mim: Sou professora para levar meu aluno para o Eterno! Com Bento, eu consigo entender mais longe: "Educar é missão maravilhosa quando a cumprimos em colaboração com Deus!". Não sou menos que isso, nem creio menos que isso!
Eu definitivamente me recuso a ser menor do que sou!